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É O MEU CORPO

Cântico 95 de 261

Como o Senhor nos amou, jamais alguém pode amar.
P’lo caminho da justiça, nos ensina a caminhar.
Quando estamos reunidos e partilhamos Seu pão,
Ele nos dá o Seu amor e a sua paz.
É o Meu Corpo: Tomai e comei.
É o Meu Sangue: Tomai e bebei.
Porque Eu sou a Vida, porque Eu sou o Amor.
Ó Senhor faz-me viver no Teu amor.
Como o Senhor nos amou, jamais alguém pode amar,
Em tudo o que nos legou, manifestou no Seu amor.
Quem comer a Minha carne e beber o Meu sangue
Permanecerá em Mim e Eu nele.
Sempre que este pão tomais e deste cálice bebeis
Até que o Senhor volte, sua morte anunciais
Quem tomar indignamente este Santo Alimento
Será réu do corpo e sangue do Senhor.
Como o Senhor nos amou, jamais alguém pode amar
Seu amor era tão grande que na cruz nos quis salvar
Seu amor era tão forte que da morte triunfou
Do seu túmulo o Senhor ressuscitou.
Como o Senhor nos amou, jamais alguém pode amar
Quis nascer tão pobrezinho no presépio em Belém.
Os pastores e os reis magos lhe trouxeram seus presentes
Pois sabiam que era o precursor da paz.